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Acordos de cooperação técnica

Acordos de cooperação técnica estimulam o desenvolvimento de projetos

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Os Acordos de Cooperação Técnica são parcerias técnicas entre o Inmetro e o setor produtivo (indústrias, associações, centros de pesquisa, etc.) para o desenvolvimento de projetos que sejam integrados com as atividades dos laboratórios do Instituto, mediante adoção de medidas nas áreas de simplificação e desburocratização, capacitação, inovação e outros fatores de competitividade para o setor.

Os acordos abrangem, principalmente, a realização conjunta de programas específicos de apoio à pesquisa e desenvolvimento, elaboração de procedimentos técnicos e de ensaio, o intercâmbio de informações técnicas, científicas e capacitação dos recursos humanos.

Dentre os Acordos assinados nos últimos cinco anos, podemos destacar:

  • Em 2008, parceria com o National Institute of Standards and Tecnology (NIST), órgão metrológico norte-americano, para produção dos primeiros MRC para biocombustíveis. Como desdobramento, Brasil e Estados Unidos assinaram, em 2010, um memorando de entendimentos para o desenvolvimento de MRC para biocombustíveis de aviação.
  • Acordo de cooperação com a Tailândia para o desenvolvimento de MRC para biocombustíveis, originário do óleo de palma.
  • Com o Instituto Nacional de Metrologia de Cingapura para produção de MRC para análise de conservante em suco de laranja. Em uma próxima etapa, para análise de metais em vinhos brasileiros.
  • Com as Universidades Federais do Pará e a Rural da Amazônia para identificação e caracterização de oleaginosas nativas da Amazônia para produção de biodiesel e certificação de madeiras da região.
  • Com o governo do Maranhão para assessoria na implantação de um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento especializado em corrosão, problema que acarreta danos materiais e financeiros às empresas naquele Estado.
  • Com a Fiat em pesquisas de inovação e tecnologia automotiva, com o desenvolvimento de um motor adaptado para utilizar óleo vegetal in natura em substituição do diesel. Essa tecnologia automotiva beneficiará, principalmente, o setor agropecuário, onde o óleo de soja, de mamona, pinhão manso, girassol, canola e de outras oleaginosas pode ser usado diretamente como combustível dos motores agrícolas.
  • Outra parceria com a Fiat é o desenvolvimento de um motor para veículos comerciais leves, movido com 30% de biodiesel e 70% de diesel na composição do combustível. A estimativa é que o protótipo esteja pronto até 2013.
  • Desde 2006, o Inmetro mantém acordo de cooperação com a Rússia. E no período 2010 -2013, a realização de intercomparações laboratoriais em eficiência energética e sustentabilidade, química e eletroquímica, acústica, ultrassom e vibrações na área da saúde humana, metrologia de nano-objetos e novos materiais.
  • Um acordo tripartite entre o Inmetro, o Physikalisch-Technischen Bundesanstalt, da Alemanha, e o francês Laboratoire National de Métrologie et d’Essais, na área de biocombustívies. E, também, com o instituto alemão para desenvolvimento de métodos de ensaios e validação para a caracterização de biocombustíveis de diferentes fontes e estudo das propriedades físico-químicas.

Ainda em 2011 foram fechados cinco instrumentos legais de cooperação técnica:

  • Memorando de entendimento com a China nas áreas de Física, Química e Engenharia; e segurança de produtos de consumo;
  • Com os Estados Unidos com o objetivo de auxiliar na redução de riscos de lesões e de mortes associados a produtos de consumo;
  • Com a Venezuela para intercâmbio de experiências em metrologia, qualidade, a validação da conformidade e regulamentação técnica; e
  • Cooperação técnica em metrologia, nanotecnologia e ciências correlatas com a Coréia do Sul.

Prometro – Programa de Capacitação Científica e Tecnológica, parceria com o CNPq, para apoiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação. O programa, um investimento de R$ 7,6 milhões, seleciona projetos de que visem à consolidação da infraestrutura laboratorial do Inmetro. E com a Capes, mantém um convênio de R$ 35 milhões destinados a atrair novos pesquisadores para o Instituto.

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